Uso de probióticos no dia a dia ajuda a fortalecer o organismo

Há mais de um ano, a pandemia de Covid-19 mudou a rotina dos lares em todo o mundo. A vida que já era corrida, ficou ainda mais atribulada, com trabalho em home office, filhos estudando em casa remotamente, impondo várias adaptações. Nesta equação, acrescentam-se jornadas mais longas, estresse, vida mais sedentária e alimentação com excesso de produtos industrializados.

Este cenário impacta na população de bactérias do bem, que estão na nossa microbiota (chamada também de flora intestinal) e, consequentemente, reduz nossa força de combate contra as bactérias do mal dentro do nosso organismo.  Estima-se que há cerca de 100 trilhões de bactérias no corpo de um adulto, sendo que 80% delas estão no intestino.

Como a mudança de hábitos não ocorre do dia para a noite, é possível dar uma mãozinha para manter a saúde e equilibrar a microbiota para trabalhar a nosso favor e, assim, criar escudos contra doenças. Nesta hora, entra o uso de probióticos para aumentar e melhorar o nosso “exército” de bactérias do bem. Probióticos são microrganismos vivos que quando administrados em quantidades adequadas podem promover efeitos benéficos à saúde do indivíduo.

Uma das cepas que atende a estes critérios é o Lactobacillus rhamnosus GG, também chamado de LGG&rem;.  O LGG&rem; é o probiótico mais estudado do mundo, com benefícios comprovados em diversas situações clínicas, especialmente na saúde digestiva e imunológica. O uso diário leva ao restabelecimento da microbiota intestinal saudável, que auxilia nas defesas do organismo.

Lembrando que os probióticos podem ser encontrados em forma de sachês, comprimidos mastigáveis e cápsulas. Para saber qual o mais adequado, converse com o seu médico ou nutricionista.

Se conseguir combinar o uso de probióticos com bons hábitos alimentares e exercícios físicos, a saúde agradece!

Referências bibliográficas:

  1. Krista L. et al. Long-term safety and efficacy of perinatal probiotic intervention: Evidence from a follow-up study of four randomized, double-blind, placebo-controlled trials. Pediatric Allergy and Immunology, 2016.
    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27779809/
  2. Stetsiouk O. U. et al. The evidence base and practical approaches to probiotic use in clinical practice: a focus on Lactobacillus rhamnosus GG and Bifidobacterium lactis Вb-12. Clinical Microbiology and Antimicrobial Chemotherapy, 2019.
    https://www.researchgate.net/publication/336637272_The_evidence_base_and_practical_approaches_to_probiotic_use_in_clinical_practice_a_focus_on_Lactobacillus_rhamnosus_GG_and_Bifidobacterium_lactis_Vb-12
  3. Vera Lucia A. Casos Comentados de Gastrenterologia e Hepatologia. Rubio, 2020.
    https://issuu.com/editorarubio/docs/issuu_casos_comentados_de_gastro_e_hepato
  4. Alessandro R. et al. The use of Lactobacillus rhamnosus in the therapy of bacterial vaginosis. Evaluation of clinical efficacy in a population of 40 women treated for 24 months. Archives of Gynecology and Obstetrics, 2010.
    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20012637/

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