Tudo o que você precisa saber sobre diarreia

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Muito comum, a diarreia é um desarranjo do intestino que causa fezes amolecidas ou líquidas e aumento /do número de evacuações. O quadro pode acontecer por uma variedade de motivos, como infecções bacterianas ou virais, intolerâncias alimentares e uso de medicamentos. Durante um episódio, a pessoa deve ingerir bastante líquido e seguir uma dieta leve. O uso de probióticos também pode ajudar a acelerar a recuperação. Continue a leitura para saber mais sobre as causas, os tratamentos e também sobre os sintomas que merecem atenção na diarreia.

Quando tempo pode durar uma diarreia?

A diarreia pode ser aguda (de curto prazo) ou crônica (de longo prazo). Na maioria dos casos, a diarreia aguda é leve e dura de um a dois dias, mas ela pode persistir por até duas semanas. Já a diarreia crônica dura pelo menos um mês – os sintomas podem ir e vir ou permanecer durante todo o episódio – e geralmente indica que há outro problema de saúde por trás dela. Confira algumas das causas mais comuns de cada um desses tipos de diarreia:

Diarreia aguda (de curto prazo)

  • Infecção por vírus – o vírus mais comum que causa diarreia é o norovírus;
  • Infecção por bactérias – a exposição a bactérias nocivas, por meio de alimentos ou água contaminados e falta de higiene, pode levar à diarreia;
  • Medicamentos – a diarreia pode ser um efeito colateral de certos medicamentos, como antibióticos e antiácidos;
  • Intolerâncias alimentares – quem tem intolerância à lactose, por exemplo, pode ter diarreia após ingerir leite ou outros laticínios.
  • Consumo de certos alimentos – entre eles, alimentos com grande quantidade de fibras, café, chás, refrigerantes, chocolate e adoçantes artificiais.

Diarreia crônica (de longo prazo)

  • Doenças inflamatórias intestinais – condições crônicas que causam inflação do trato digestivo, como colite ulcerativa e doença de Crohn;
  • Síndrome do intestino irritável – distúrbio crônico que provoca sintomas como diarreia, gases e dor abdominal;
  • Síndrome da má absorção – condição que impede que os nutrientes dos alimentos sejam absorvidos de forma adequada no intestino delgado;
  • Doença celíaca – é uma reação exagerada do sistema imunológico ao glúten, uma proteína encontrada em cereais como o trigo, o centeio e cevada.

Quando a diarreia é preocupante?

Embora a maioria dos casos de diarreia não seja motivo de preocupação, às vezes ela pode levar a complicações graves – como desidratação – ou, ainda, ser um indício de um problema de saúde mais sério que deve ser investigado. Portanto, é essencial conhecer os sinais que alertam para a necessidade de procurar atendimento médico:

  • Diarreia não melhora – consulte o profissional de saúde se o quadro persistir por mais de dois dias;
  • Você tem sintomas de desidratação – a desidratação é um dos maiores riscos à saúde na diarreia. Ela é especialmente perigosa para idosos, crianças e pessoas com determinados problemas de saúde. Os sintomas incluem tontura, fraqueza, boca ou pele seca, urina escura, redução da urina e sede excessiva.
  • Você tem outros sintomas – você também deve buscar orientação médica se a diarreia vier acompanhada de dor abdominal ou retal intensa, sangue ou pus nas fezes, febre, vômito e perda de peso.

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Como tratar a diarreia?

De forma geral, a diarreia aguda leve pode ser tratada em casa, apenas seguindo alguns cuidados para que você melhore mais rápido e não tenha complicações. Saiba quais são as principais medidas recomendadas em casos assim:

Aumente a ingestão de líquidos – é essencial que você se mantenha hidratado para repor os líquidos e eletrólitos que seu corpo está perdendo. Para isso, beba muita água filtrada e procure incluir outras bebidas, como:

  • Água de coco;
  • Caldos;
  • Sucos de frutas sem polpa;
  • Bebidas esportivas.

Siga uma dieta leve e pobre em fibras – durante um quadro de diarreia, opte por alimentos com baixo teor de fibras e que e que sejam fáceis de digerir. Boas opções incluem:

  • Arroz branco;
  • Pão branco, torrada, bolacha maisena ou água e sal;
  • Banana, maçã e pera sem casca e cozidas;
  • Batata cozida, descascada ou como purê;
  • Macarrão cozido com água e sal, sem manteiga.

Evite certos alimentos – alguns alimentos e bebidas podem, por outro lado, agravar os sintomas de diarreia e devem ser retirados temporariamente do cardápio. É o caso de:

  • Alimentos integrais;
  • Alimentos fritos, gordurosos ou muito apimentados;
  • Leguminosas, como feijão, lentilha, grão de bico e ervilha;
  • Vegetais crus;
  • Cafeína;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Leite e derivados;
  • Frutas secas.

Consulte seu médico sobre medicamentos – existem medicamentos antidiarreicos que ajudam no controle dos sintomas. No entanto, eles podem piorar infecções bacterianas ou virais. Por isso, é essencial consultar o seu médico antes de tomar qualquer medicação.

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O que são probióticos e por que considerar seu uso para tratar a diarreia?

Além de manter uma boa hidratação e seguir as demais recomendações já listadas, vale a pena conversar com seu médico sobre o consumo de probióticos no tratamento e até na prevenção da diarreia. São bactérias benéficas que contribuem para restaurar o equilíbrio natural dos microrganismos que habitam o intestino (microbiota ou flora intestinal).

No entanto, os probióticos não são iguais e cada cepa probiótica tem características únicas – daí a importância de usá-los conforme orientação médica. A eficácia de cada probiótico deve ser comprovada por estudos clínicos.

Diarreia causada por antibióticos – os antibióticos provocam um desequilíbrio na microbiota intestinal e frequentemente levam à diarreia. Estudos demonstraram que os probióticos – particularmente as cepas Lactobacillus rhamnosus GG (LGG) e Saccharomyces boulardii – ajudam a prevenir o problema.

Diarreia aguda infecciosa – existem evidências de que os probióticos aceleram a recuperação de adultos e crianças com diarreia infecciosa – aquela causada por vírus, bactérias ou parasitas. Lactobacillus rhamnosus GG (LGG) e Lactobacillus casei são algumas cepas probióticas que podem reduzir a duração e a intensidade dos casos agudos.

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